Histórico

Desafios, inovação, conquistas e superação fazem
parte da trajetória da Braskem

  • 2013

    Braskem é selecionada novamente para integrar o Índice Carbono Eficiente (ICO2).

    Lançamento de uma nova resina EVA que revoluciona o segmento calçadista.

    Braskem lidera a diretoria do comitê Brasileiro do Pacto Global (CBPG). A gestão 2013-2014 é composta por representantes da Braskem, Petrobras, Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), Itaipu e Instituto Superior de Administração e Economia (ISAE-FGV).

    Braskem integra a 1ª carteira do índice Dow Jones de Sustentabilidade para emergentes.

    A empresa investe em robô para pesquisas na área de biotecnologia.

  • 2012

    Braskem completa dez anos.

    Início das obras do Projeto Etileno XXI, no México.

    A Braskem participa dos fóruns de discussões, exposições e da Conferência das Nações Unidas (Rio+20). Durante o evento, coloca em funcionamento uma usina de reciclagem transformando resíduos plásticos em peças de mobília de madeira plástica, e se posiciona como fornecedora oficial do evento, com fornecimento de 50 mil squeezes, 50 mil sacolas e 600 contêineres, todos produzidos com o Plástico Verde da Braskem. 

    Adquire ativos de separação de propeno, "splitter", na refinaria Marcus Hook, nos Estados Unidos. 

    Uma nova fábrica, focada na produção de PVC, é inaugurada em Marechal Deodoro (AL). Com esta nova planta, Alagoas passa a ser o maior produtor de PVC das Américas. A fábrica representa o maior investimento da Braskem no país, em torno de R$ 1bilhão.

    Inauguração de uma nova planta de butadieno localizada no Polo Petroquímico de Triunfo, no Rio Grande do Sul, com capacidade de produção de 103 mil toneladas/ano. O investimento total foi de R$ 300 milhões.

    Braskem lança campanha publicitária baseada em colaboração para celebrar seus 10 anos.

    Lançamento da família Braskem Maxio®: portfólio de resinas com diferenciais competitivos e ambientais.

    Braskem vence prêmio máximo da Aberje como "Empresa do Ano 2012".

    Inauguração do maior projeto de água de reúso do Brasil, o Aquapolo, com capacidade para produzir até 1.000 litros por segundo de água de reúso para fins industriais. A implantação do projeto foi viabilizada pela Braskem, que consumirá 65% da capacidade do Aquapolo, o que equivale a 650 litros por segundo.

    Pelo oitavo ano consecutivo, a Braskem integra o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da BM&FBovespa.

    Braskem e Cetrel inauguram o "Água Viva", sistema de reúso e reciclo de água na Bahia.

    Braskem conquista o Prêmio FINEP de Inovação com o Plástico Verde.

  • 2011

    Braskem inaugura um escritório no continente asiático, em Cingapura.

    É finalizada integralmente a aquisição da Quattor pela Braskem, possibilitando a integração completa entre as empresas.

    É lançada a pedra fundamental de uma nova unidade industrial para produção de PVC, em Marechal Deodoro (AL).

    Braskem passa a ser avaliada como investiment grade pelas agências S&P e Moody's.

    Pioneiro na região, o Parque da Amizade, com 300 mil m², em Paulínia (SP), é inagurado pela Braskem junto com a Prefeitura de Paulínia.

    A Braskem-Idesa dá mais um passo importante para o desenvolvimento de seu projeto Etileno XXI no México. A JV escolhe a tecnologia de processo Lupotech T, da holandesa LyondellBasell, para a planta de 300 mil toneladas de PEBD (polietileno de baixa densidade), uma das três plantas de polietileno integradas ao projeto do México.

    A Braskem anuncia que investirá R$ 300 milhões no Polo Petroquímico de Triunfo (RS) na duplicação da produção de butadieno.

    O PE Verde da Braskem recebe o certificado da Vinçotte.

    Adquire ativos de polipropileno da Dow Chemical: duas fábricas nos Estados Unidos e duas na Alemanha. 

  • 2010

    Em um importante movimento de mercado, Braskem conclui negociação para aquisição da Quattor. A aquisição transformou e consolidou o setor petroquímico brasileiro, agregando competitividade à Braskem em um cenário de desafios globais.

    Outro movimento de grande relevância para a internacionalização da empresa foi a aquisição e incorporação dos ativos de polipropileno da norte-americana Sunoco Chemicals. Com a operação, a Braskem inaugura operações fora do Brasil, reforçando sua presença em um dos mais importantes mercados do mundo, os Estados Unidos. Além disso, consolida-se como a maior produtora de resinas das Américas e está entre as maiores do mundo em produção de PP.

    Merece destaque especial a inauguração da unidade de eteno verde da Braskem, com produção baseada no etanol da cana-de-açúcar. A unidade, a maior do mundo, possibilita a produção de 200 mil toneladas/ano de polietileno verde.

    É lançado o selo "I'm green", que poderá ser aplicado pelas mais diversas empresas do mercado em produtos que contenham polietileno verde da Braskem em sua composição. Além disso, o termo também dá nome à linha de produtos verdes da Braskem.

    A Braskem inaugura o escritório na Colômbia.

    A Braskem assina acordo de parceria com o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio), em Campinas, no interior de São Paulo.

    Braskem e Ineos Technologies anunciam a decisão de estabelecer parceria estratégica sobre tecnologias para produção de polietileno. Braskem lança, em setembro, sua nova campanha publicitária: "Braskem, novas formas de ver o mundo".

    A Braskem cria seu Código de Conduta para Fornecedores de Etanol. A iniciativa tem como objetivo orientar todas as empresas fornecedoras desse insumo e estabelecer boas práticas socioambientais a serem seguidas em todo processo produtivo.

    A Braskem anuncia a conclusão da etapa conceitual do projeto de construção da planta de propeno verde.
  • 2009

    Braskem lança a pedra fundamental de sua fábrica de eteno verde, em Triunfo (RS), base para a produção do polietileno verde da Braskem.

    Em Camaçari (BA), a Braskem inaugura duas unidades para a produção do bioaditivo para combustíveis ETBE, mais um produto verde da empresa, produzido a partir da cana-de-açúcar.

    Outros fatos marcaram o ano, como a incorporação da Petroquímica Triunfo (RS); a divulgação do posicionamento da Braskem sobre as mudanças climáticas, através do manifesto "É preciso amadurecer para ser verde"; e o anúncio de um acordo entre a Braskem e o grupo mexicano Idesa para construção de um projeto integrado para a produção de polietileno no México.

    Vale lembrar a participação da Braskem mais uma vez no GP Brasil de Fórmula 1, com a reedição do troféu de plástico desenhado por Oscar Niemeyer para o GP de 2009. Dessa vez, ao invés do polietileno verde, o troféu foi fabricado com resíduos plásticos coletados e reciclados durante o próprio evento. Uma iniciativa inovadora para transmitir uma mensagem de grande importância para a sociedade: reutilização, reciclagem e consumo responsável são essenciais para a vida e para todos.
  • 2008

    Uma nova fábrica, focada na produção de polipropileno, é inaugurada na cidade de Paulínia (SP).

    Outro fator marcante foi o anúncio da produção do primeiro polipropileno produzido a partir de matéria-prima renovável.

    O ano reservou ainda outro momento de grande expressividade: a criação do primeiro troféu de plástico do GP Brasil de Fórmula 1, produzido com o polietileno verde da Braskem e desenhado pelo consagrado arquiteto brasileiro Oscar Niemeyer.

    Braskem e Fapesp criam aliança estratégica para o desenvolvimento de polímeros verdes.

    Braskem sai na frente no processo de renovação da frota da marinha mercante brasileira para transporte de granéis líquidos.

    Braskem deposita a sua 200ª patente.

    Braskem incorpora Ipiranga Petroquímica e Petroquímica Paulínia.
  • 2007

    A Braskem adquire os ativos petroquímicos do Grupo Ipiranga, um importante movimento de mercado que deflagrou a consolidação do setor petroquímico brasileiro. Por conta dessa integração, passa a contar com um escritório comercial no Chile.

    Mais um acontecimento relevante marcou o ano: o lançamento do polietileno verde, fabricado com fonte renovável, o etanol da cana-de-açúcar. O produto sustentável, uma iniciativa pioneira da Braskem, logo se torna conhecido como plástico verde e desperta interesse em todo o mundo.

    É lançada a Pedra fundamental da Petroquímica Paulínia.

    Petrobras, Grupo Ultra e Braskem fecham acordo para adquirir o Grupo Ipiranga.

    Braskem e Pequiven anunciam acordo para a criação de empresa visando implantar projeto petroquímico.

    Braskem apoia programa de combate à exploração sexual de crianças e adolescentes nas estradas.

    Braskem e Pequiven anunciam a criação das empresas para implantação de projetos Petroquímicos na Venezuela.

    Braskem lança no país a primeira resina de polipropileno ultra clarificado.
  • 2006

    A Braskem adquire a Politeno, empresa brasileira produtora de polietileno. Com esse passo fortalece ainda mais sua atuação no setor, além de ampliar seu portfólio de produtos com resinas como o EVA.

    Implantação do Projeto Fórmula Braskem: nova plataforma de gestão, no sistema SAP.

    Braskem e Pequiven assinam acordo para viabilizar o mais competitivo complexo petroquímico integrado das Américas.

    Braskem incorpora a Polialden e conclui uma etapa importante do seu progresso de integração societária.

    Braskem inicia operações na Europa, em Rotterdã, na Holanda.

    Braskem lança a primeira resina termoplástica brasileira com nanotecnologia e confirma sua liderança em inovação.
  • 2005

    Braskem e Petrobras firmam parceria para a construção de uma nova fábrica de polipropileno na cidade de Paulínia (SP). 

    A empresa passa a integrar o ISE - Índice de Sustentabilidade Empresarial da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), por sua atuação socioambiental.

    Braskem expande sua capacidade de PVC e reforça sua posição de liderança de mercado.

    Braskem assina memorando de entendimento com a Pequiven.

    Braskem lança solução inédita para ampliar uso de filmes de polietileno em embalagens para transporte.

    Braskem deposita primeira patente em nanotecnologia da petroquímica brasileira.
  • 2004

    Implantação do Braskem+, programa de competitividade e excelência operacional.

    A Braskem consolida a sua liderança regional no mercado de resinas termoplásticas - polietileno (PE), polipropileno (PP) e PVC - seu foco estratégico de atuação.

    A Braskem é a primeira empresa brasileira a assinar a Declaração de Produção Mais Limpa, da ONU, adesão formalizada em 2004.

    Lançamento do Braskem Flexus®, um polietileno com tecnologia base metaloceno utilizado para embalagens especiais.

    Lançamento do Braskem Symbios®, um selante em polipropileno biorientado.
  • 2003

    A Braskem desenvolve o polipropileno especial para aplicação em copos de requeijão e de fibras de polipropileno para uso em telhas e caixas d'água.

    Início do desenvolvimento de nanotecnologia.

    Braskem é a empresa mais valorizada da Bolsa de Nova York. Suas ADRs subiram 713% ao longo do ano. Nenhum outro papel estrangeiro teve ganhos tão acentuados naquele pregão.

    A Braskem conclui a incorporação de empresas controladas (OPP Química, Nitrocarbono e Trikem).

    Em outubro, também passou a ter suas ações listadas na Latibex, da Bolsa de Madri, ao lado de outras importantes empresas latino-americanas.

    Em agosto, a Braskem depositou sua centésima patente no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), totalizando, ao final do ano, 103 patentes no Brasil e no exterior.

    Durante o ano, as ações preferenciais classe "A" da Braskem (BRKM5) valorizaram-se 508%, superando o desempenho do Ibovespa, que apresentou 97% no mesmo período. Seus ADRs de Nível 2 negociados na Bolsa de Nova York (NYSE) registraram alta de 609%.
  • 2002

    Nasce a Braskem, então petroquímica líder na América Latina, com unidades industriais e escritórios no Brasil, além de bases comerciais nos Estados Unidos e Argentina. A formação da empresa ocorreu a partir da integração de seis empresas: Copene, OPP, Trikem, Nitrocarbono, Proppet e Polialden.

    A Braskem tem as suas ações listadas na Bovespa, e oferece também aos investidores os seus ADR's de Nível II, listados na Bolsa de Nova York (NYSE).

    O Centro de Inovação e Tecnologia Braskem é o mais completo centro de pesquisa de desenvolvimento de uma empresa petroquímica no Brasil e na América do Sul. A Braskem já se inclui entre as maiores empresas depositantes de patentes em nosso país.

    A Braskem norteia sua atuação por valores e princípios expressos em seu Compromisso Público, divulgando em agosto de 2002. Eles incluem o comprometimento com a excelência em suas práticas gerenciais e com a moderna governança corporativa, baseado no desenvolvimento sustentável, na gestão responsável de seus negócios e na transparência de suas ações, seus processos e indicadores financeiros e sociais.
  • 2001

    Em parceria com o Grupo Mariani, a Odebrecht adquire o controle da Copene (Central Petroquímica de Camaçari), no estado da Bahia, e inicia um processo de integração de ativos, de primeira e de segunda gerações, inédito no Brasil.
  • 1990

    O governo brasileiro inicia o processo de privatização do setor petroquímico. A Odebrecht compra parcela significativa da Copesul (Central de Matérias-Primas do Polo Petroquímico do Rio Grande do Sul) e passa a integrar o grupo de controle. A partir daí, várias novas aquisições, no âmbito do Programa Nacional de Desestatização (PND) foram alargando a estatura da Odebrecht na petroquímica. A empresa compra o controle da PPH, da Poliolefinas, da Salgema e da CPC. A Odebrecht integra a PPH e a Poliolefinas, criando a OPP Petroquímica S.A. Integra, também, a Salgema e a CPC, criando a Trikem S.A., a primeira integração vertical do setor no país.
  • 1980

    A Odebrecht adquire participação no capital da Salgema, de Alagoas, fabricante de cloro soda, e em outras empresas: Poliolefinas (produtora de polietilenos); PPH (fabricante de polipropileno) e na Unipar (holding de empresas petroquímicas).

    Nasce a Odebrecht Química S.A., com a missão de administrar as participações e investimentos do grupo no setor.
  • 1970

    A Odebrecht, multinacional brasileira, nesta época focada no ramo da construção civil, decide entrar no setor petroquímico, o que ocorre em 1979, um ano depois da inauguração do Polo Petroquímico de Camaçari (BA). O primeiro passo para iniciar sua trajetória na petroquímica foi a compra de um terço do capital votante da Companhia Petroquímica de Camaçari (CPC), produtora de PVC.