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Acontece • 17 de Junho de 2026

Unidade Q3/CK da Braskem completa 54 anos de evolução, segurança e protagonismo na indústria petroquímica

Inaugurada em 1972, a unidade Q3/CK da Braskem, petroquímica global que desenvolve soluções sustentáveis da química e do plástico para melhorar a vida das pessoas, em Santo André, acompanhou algumas das principais transformações da indústria petroquímica brasileira. Primeira planta petroquímica do Polo Petroquímico do Grande ABC, a unidade contribuiu para a consolidação da cadeia petroquímica nacional e, ao longo de 54 anos, passou por ampliações de capacidade, modernizações tecnológicas e importantes avanços operacionais que ajudaram a fortalecer sua relevância para o setor. 

 

Responsável por um processo estratégico para a cadeia petroquímica, a unidade evoluiu continuamente em tecnologia, confiabilidade e segurança, acompanhando as mudanças da indústria e contribuindo para o fornecimento de insumos presentes em produtos utilizados diariamente pela população em segmentos como saúde, construção civil, transporte, higiene e embalagens. 

 

Parte dessa trajetória pode ser contada por quem acompanha a evolução da unidade há décadas. Os engenheiros de produção Eduardo Francisco Cesar e Amiris Garcia, integrantes da Braskem, vivenciaram importantes momentos da história da Q3/CK e seguem contribuindo diariamente para o desenvolvimento de uma operação que permanece estratégica para o Grande ABC e para a indústria petroquímica brasileira. 

Eduardo iniciou sua trajetória na então Petroquímica União (PQU) em 1994. Desde então, acompanhou importantes transformações da unidade e da própria indústria petroquímica nacional. 

 

"Quando entrei pela portaria e vi aquele processo pela primeira vez, tive certeza de que era ali que queria construir minha carreira. Ao longo dos anos participei de diferentes operações, projetos e momentos importantes da planta. Sempre fui apaixonado pela área industrial e pela possibilidade de aprender algo novo todos os dias", relembra. 

 

Ao olhar para a história da unidade, Eduardo destaca a capacidade de adaptação da planta diante das transformações vividas pela indústria ao longo das últimas décadas. Entre os momentos que mais marcaram sua trajetória estão a privatização da PQU, a formação da Quattor e, posteriormente, a integração à Braskem. 

 

Para ele, um dos grandes diferenciais desse período foi a ampliação da troca de experiências entre profissionais de diferentes regiões e operações. 

 

"Com a Braskem passamos a compartilhar experiências e conhecimentos com equipes de outras regionais. Essa troca técnica e humana trouxe uma riqueza enorme para todos nós e ajudou a fortalecer a evolução dos processos e das pessoas", afirma. 

 

Ao longo desse período, a unidade também recebeu investimentos importantes que contribuíram para ampliar sua competitividade e confiabilidade operacional. Projetos como a cogeração de energia, o Aquapolo e diferentes iniciativas de modernização ajudaram a preparar a planta para novos desafios e para uma indústria em constante transformação. 

 

Quando fala sobre a evolução da Q3/CK, Amiris Garcia destaca a transformação da cultura de segurança como uma das mudanças mais significativas vivenciadas ao longo de sua carreira. Integrante da operação desde 1992, ele acompanhou de perto a evolução dos processos e da forma de trabalhar dentro da unidade. 

 

"A principal mudança ao longo dos anos foi a filosofia operacional. Antes, o foco era manter a planta operando a qualquer custo. Hoje, a segurança vem em primeiro lugar. Esse amadurecimento transformou a forma de trabalhar e de tomar decisões", destaca. 

 

Para Amiris , a evolução tecnológica também teve papel fundamental na transformação da unidade. Ao longo das décadas, a planta passou por um amplo processo de modernização dos sistemas de controle, automação e instrumentação. 

 

"A evolução dos sistemas de controle e da instrumentação mudou completamente o perfil da planta. Mas os fundamentos operacionais continuam sendo essenciais para entender os processos e garantir uma operação segura e eficiente", explica. 

 

Na visão dos dois engenheiros, a capacidade de adaptação, o desenvolvimento das pessoas e a busca constante por excelência operacional ajudam a explicar a longevidade da unidade e sua relevância para a indústria petroquímica brasileira. 

 

Hoje, ao olhar para a planta, Amiris destaca o orgulho de fazer parte da história de uma unidade que continua relevante para o setor. 

 

"Esta unidade foi pioneira e histórica para o país. Continua sendo uma unidade de vanguarda. Uma unidade petroquímica não tem limitação de vida. Ela é eterna desde que seja cuidada", conclui Amiris

 

Ao completar 54 anos, a unidade Q3/CK reafirma sua importância para o Polo Petroquímico do Grande ABC e para a indústria brasileira. Mais do que uma planta industrial, a unidade representa um legado construído por gerações de integrantes que contribuíram para o desenvolvimento da petroquímica nacional. Uma história marcada pela evolução constante, pela busca da excelência operacional e pelo compromisso de seguir preparada para as transformações que moldarão o futuro da indústria.