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O primeiro saco de lixo renovável chega ao Chile

O polietileno verde diferencia-se pela sua origem renovável e representa um impacto positivo como resultado da combinação de inovação, tecnologia e sustentabilidade.

Diante do desafio de oferecer produtos amigáveis ao meio ambiente, a Braskem, líder mundial na produção de biopolímeros, apresenta pela primeira vez no Chile o saco de lixo produzido com o polietileno verde I'm greenTM, desenvolvido a partir de uma matéria-prima renovável, a cana-de-açúcar.

Embora retenha as mesmas propriedades técnicas, aparência e versatilidade dos biopolímeros tradicionais de combustíveis fósseis, tais como o petróleo e o gás natural, a principal diferença consiste em sua capacidade de captar e fixar o CO2 da atmosfera, ajudando a reduzir as emissões de gases efeito estufa. Segundo estudo realizado pela ACV Brasil, são capturados 3,09 kg de CO2 para cada kg de Plástico Verde produzido.

"Estamos cientes da crescente preocupação ambiental e global como parte desta indústria e assumimos um compromisso voluntário para participar a Economia Circular, a fim de melhorar a vida das pessoas, criando soluções sustentáveis na indústria. Neste contexto, nosso principal desafio é desenvolver negócios que estejam alinhados ao cuidado do meio ambiente: este desafio é enfrentado precisamente pela criação do plástico verde, no qual somos pioneiros",  afirma Gustavo Sergi, Diretor de Químicos Renováveis da Braskem.

Este primeiro saco de lixo de polietileno verde será comercializado pela Fibro Chile SA, empresa dedicada à fabricação, importação e distribuição de uma ampla gama de produtos para limpeza e higiene. "Decidimos incorporar esse insumo, pois ele está alinhado à qualidade, inovação e vanguarda dos produtos que oferecemos", destacaram os representantes da Fibro.

A Braskem iniciou a fabricação de polietileno verde em 2010, em sua fábrica localizada no Polo Petroquímico de Triunfo (RS). O processo de produção começa com a colheita da cana-de-açúcar, uma cultura que captura o CO2 da atmosfera em seu processo natural de fotossíntese para seu crescimento. Em seguida, a cana é transferida para a fábrica para o processo de moagem e transformação em etanol, para depois ser desidratada e convertida em eteno verde e, em seguida, em plástico verde. Nesta etapa, o insumo é transferido a empresas de terceira geração, denominadas transformadoras ou conversoras, nas qual será transformado em garrafas, sacolas e embalagens feitas em polietileno verde I'm greenTM.

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